23/08/2016
CBI Lança campanha de financiamento coletivo para o XV Caruru de Ibeji e as Pedagogingas!
A Casa do Boneco de Itacaré lançou hoje uma campanha de financiamento coletivo para o XV Caruru de Ibeji e as Pedagogingas. Através do site Benfeitoria, qualquer pessoa pode efetuar doações e receber recompensas lindas referenciadas em nossa cultura africana. Os recursos arrecadados servirão para financiar o banquete ritual para os Ibeji, momento mais sagrado e de maior destaque em nosso evento.
Não deixe de visitar a página da campanha e fazer sua doação agora mesmo clicando em https://benfeitoria.com/carurudeibeji.
22/07/2016
Vem Aí!! XV Caruru de Ibeji e as Pedagogingas
As imagens da menina preta
A
negação da identidade, a baixa autoestima, a objetificação, a
exploração, o abuso, a violência, quantas questões podem ser tocadas
quando o assunto é o lugar das meninas pretas num país racista e sexista
como o Brasil? O XV Caruru de Ibeji e as Pedagogingas trazem como tema
central em 2016 ‘‘Badjudas’’ e ‘‘Novinhas’’: as imagens da menina preta. ''Badjuda’’ é um termo do idioma kriol
guineense comumente utilizado para designar a mulher jovem. ''Novinha’’
é um termo falado no Brasil, que foi apropriado e disseminado de
forma pejorativa, sobretudo em determinados gêneros musicais, se
referindo às meninas. Trazendo essas reflexão queremos visibilizar
e apontar conjuntamente os caminhos para garantia da segurança, do
respeito, da vida, das referências positivas para essas meninas no
contexto problemático em que vivemos, que envolve opressões como o
racismo, a violência de gênero além da vulnerabilidade aos abusos aos
quais estão sendo expostas, sobretudo na fase de transição entre
infância e adolescência.
Por falta de informação, por ignorância, pelo racismo institucionalizado e pelo o machismo impregnado na sociedade, desde muito pequenas, as meninas pretas estão sujeitas a diversas opressões. Dessa forma, são ensinadas
a não gostar dos seus traços negros, da textura dos seus cabelos e da
cor de sua pele. Crescem em comunidades onde a educação formal é
eurocêntrica, onde
a violência é regra, onde a falta de acesso à informação diversificada e
de qualidade dificulta o desenvolvimento de sua autonomia, sendo
relegadas a um lugar de subalternidade para que não se apropriem de suas
qualidades para enfrentar em condições honestas os desafios
cotidianos.
O
fim da infância e o início da adolescência é um período particularmente
crítico na concepção de identidade de todas as pessoas, por ser uma
fase na qual biologicamente e psicologicamente de transitam entre
momentos distintos da vida. Esse é justamente o período no qual as
meninas pretas são sistematicamente atacadas. Seus referenciais não
estão na televisão, nos livros didáticos, nas revistas, nos outdoors,
nos filmes. Sua imagem é sempre associada à subalterna, à feia,
à intelectualmente incapaz. Seus corpos são massivamente
hiperssexualizados, sendo alvo de ofensas muitas vezes disseminadas em
gêneros da música comercial, em letras e danças expõem o corpo feminino
com conotação sexual que incitam a pedofilia e a violência de gênero, e
tudo é naturalizado. É urgente que o povo
negro, indígena, assentados, quilombolas, mulheres, homens, crianças,
idosos, estejam unidos nesse círculo de construção ancestral para nossa
auto-defesa, autonomia e segurança.
É
importante reiterar que há inegavelmente uma questão de gênero em foco
voltado para o feminino, o que não exclui a importância e necessidade de
se discutir as opressões que afetam os meninos, visto que estes carecem
de um olhar igualmente cuidadoso no contexto de total vulnerabilidade,
como apontam os índice de homicídios, os jovens negros são os principais
alvos da mira genocida. Estes jovens negros, por conseguinte, também
precisam ser conscientizados do seu papel e do seu lugar na sociedade,
inclusive para que não reproduzam outras opressões para com suas
companheiras, amigas, irmãs. Assim, ousamos convidar a todos e a nós mesmos a nos voltarmos para nossa
ancestralidade afrikana, para buscar os nossos reais valores, nossas
formas próprias de nos relacionarmos com os outros, entendendo o que nos
une e o que nos difere quando o assunto é gênero em um contexto em que
a violência racista nos afeta como povo.
A
Casa do Boneco de Itacaré é uma instituição que há 28 anos desenvolve
programas de ações voltadas para o afro desenvolvimento e empoderamento
da infância e juventude negra, com base numa educação antirracista
fundada na cosmovisão africana e indígena. Regida e conduzida por jovens
a CBI é uma construção histórica desses adolescentes da comunidade que estiveram sempre atuantes desde a sua fundação até a atualidade em todas as frentes de atuação, e assumiram desde cedo o papel de aprendizes e disseminadores desses aprendizados. E é nesse intuito que convidamos os
movimentos sociais, coletivos, associações, organizações, escolas,
famílias, jovens, crianças, adolescentes para discutirmos juntos o que
está sendo nos oferecido enquanto perspectiva de sociedade. A ação assassina do Estado em relação à esses sujeitos, a sexualização precoce e sem as devidas orientações, a
invisibilidade midiática, o racismo, o sexismo, o machismo, a
pedofilia, o turismo sexual são ameaças sérias a jovens negros e
negras, e necessitamos urgente criar mecanismos de autodefesa para garantir nossa integridade, dignidade, segurança e respeito.
SERVIÇO
O quê: XV Caruru de Ibeji e as Pedagogingas
Tema: ''Badjudas'' e ''Novinhas'': as imagens da menina preta!
Data: de 22 à 25 de setembro de 2016
Onde: Casa do Boneco de Itacaré
Contato: caruru.pedagogingas@gmail.com / Whatsapp: 73 99199-6986
Fanpage: facebook.com/casadoboneco
10/07/2016
2º Canjerê Cultural 2016
A segunda edição do Canjerê Cultural está marca, desta vez organizada por parceirxs da Casa do Boneco de Itacaré em Salvador.
Canjerê Cultural
É o mix de Rap, samba e poesia!
Este evento conta com a colaboração dos artistas e com você para arrecadação de fundos em prol do XV Caruru de Ibeji e as Pedagogingas
Se passe não, viu?!
Esse Canjerê vai ser barril!
Acompanhe mais informações no evento criado no Facebook:
https://www.facebook.com/events/148580495563266/151736901914292/?notif_t=admin_plan_mall_activity¬if_id=1468094793648172
13/05/2016
Canjerê Cultural
A Casa do Boneco de Itacaré realizará entre 26 e 28 de maio o Canjerê Cultural, evento com objetivo de promover a difusão de arte e cultura afro brasileiras e dar início às movimentações em prol da realização do XV Caruru de Ibeji e as Pedagogingas.
Para participar, preencha esse formulário online: https://docs.google.com/
PROGRAMAÇÃO:
26/05 - QUINTA FEIRA
-17:30h às 19:00h - Roda de Capoeira Angola
-19:30h - Cine Debate
27/05 - SEXTA FEIRA
-11:00h às 12:30h - Oficina: Dança Afrobrasileira (Monitora: Dani Jêje)
- 15:00h às 17:00h - Oficinas: Abayomi (Monitora: Preta Ashanti); Estética Afro (Monitora: Dani Jêje)
-17:30h - Desfile; Performance de Dança Afro - CIA Kilimanjaro ( Casa do Boneco de Itacaré ).
28/05 - SÁBADO
-11:00h às 12:30h - Oficina: Capoeira Angola (Monitor: Hugo Xoroquê)
-15:00h às 17:00h - Oficina: Artes Manuais (Monitora: Hanna Dejode); Percussão Afrobrasileira ( Monitor: Hugo Xoroquê )
-19:00h: Performance de Teatro de Bonecos
22:00 - show de música.
18/02/2016
FORMAÇÃO EM TURISMO ÉTNICO DE BASE COMUNITÁRIA
Desde
2006 a Casa do Boneco através do seu programa de Sustentabilidade
Comunitária vem discutindo e realizando ações voltadas para a
implantação e desenvolvimento do Turismo Étnico de Base
Comunitária (TEBC), tanto no município de Itacaré quanto a nível
regional e nacional, se articulando em redes de parcerias como a
Turisol, MTUR, Rede Mocambos entre outras organizações que pautam
um modelo de turismo diferenciado do massificado.
Dando
continuidade a esse trabalho, nos dias de 21 à 24 e de 28 à 30 de
janeiro deste ano a Casa do Boneco realizou uma atividade de
capacitação teórico-prática com jovens militantes negr@s de
diferentes segmentos de atuação, afim de retomar o entendimento
acerca do que propõe o TEBC, tendo como aporte a vivência da
instituição e a experiência com a Fazenda Modelo Quilombo D’Oiti,
colocando em prática os aprendizados através do receptivo
turístico.
O turismo de base comunitária se contrapõe ao turismo massificado pois requer uma menor densidade de infraestrutura e serviços e busca valorizar uma vinculação situada nos ambientes naturais e na cultura de cada lugar. Não se trata, apenas, de percorrer rotas exóticas, diferenciadas daquelas do turismo de massa, mas sim de um outro modo de visita e hospitalidade. Esse turismo respeita as heranças culturais e tradições locais, podendo servir de veículo para revigorá-las e mesmo resgatá-las. Sendo realizada com o recorte étnico racial, como é caso da Casa do Boneco, visa a manutenção da história do povo negro em diáspora, sobretudo às comunidades remanescentes de quilombos.
Nesse sentido, novas sementes estão sendo
plantadas para a manutenção e constante revitalização das ações
voltadas para o empoderamento do povo negro, tendo o TEBC como um dos
mecanismos para geração de empreendimentos comunitários e
colaborativos que agreguem autonomia e autogestão para os seus
protagonistas, conservando valores e práticas afro centradas,
heranças ancestrais africanas e indígenas.
RECEPTIVOS DE VISITA TEMÁTICA COM TURMAS DO IFBAIANO - CAMPUS ITAPETINGA
Em uma parceria institucional que já está
caminhando para o quarto ano, a Casa do Boneco e os campus dos
Institutos Federais Baianos (IF-Baiano) realizam receptivos de uma
visita temática, direcionadas pelas instituições afim de cumprir a
aplicação da lei 10.639. A Casa do Boneco, a convite do Ministério
Público à partir de um convênio desenvolve junto ao IF desde então
ações que buscam dar conta dos conteúdos de história e cultura
afro-brasileira nos mais diversos formatos e abordagens, sendo a
principal ação o receptivo dessa viagem temática em uma vivência
tanto na sede da instituição quanto na Fazenda Modelo Quilombo
D’Oiti.
Nos dois últimos finais de semana de
janeiro, dias 22 e 23 e dias 29 e 30 recebemos respectivamente as
turmas do 3º ano A e 3º ano B em formação no campus do
IF-Itapetinga. A cada turma foram cerca de 45 participantes entre
estudantes e professores. A viagem temática começa na cidade em
Ilhéus, onde as turmas conhecem o Terreiro Matamba Tombenci Neto sob
o zelo da matriarca Mametu Ilza Mukalê, e após tour no centro
histórico de Ilhéus seguem para Itacaré, chegando na Casa do
Boneco no turno da tarde.
O receptivo acontece na sede da
instituição, onde inicialmente aconteceu uma roda de conversa de
apresentação e explanação acerca dos conteúdos e histórico de
lutas por reconhecimento e reparação das questões étnico raciais
do Brasil. Em seguida foram realizadas oficinas de estética
afro-brasileira, percussão e artesanato.
No dia seguinte a vivência aconteceu na
Fazendo Modelo Quilombo D’Oiti, onde as turmas são recepcionadas
em um modelo de Turismo Étnico de Base Comunitária e tem
possibilidade de imergir em um território remanescente de quilombo
que traz em todo o seu contexto organizacional e de atuação a
referência à ancestralidade africana. Como roteiro, o receptivo se
inicia com roda de conversa, seguindo para uma trilha ecológica que
traz toda explanação histórica e geográfica do local. Em seguida,
os participantes são convidados a degustar um almoço temático
confeccionado dentro dos princípios da culinária afro-brasileira
quilombola, e também prestigiam e participam de intervenções
artísticas de dança, música e poesia.
Ao longo desses anos de parceria tem se
percebido por parte das instituições a importância dessas ações
para o reconhecimento e afirmação identitária que historicamente é
negada aos povos originários, negros e indígenas. As visitas tem
gerado uma interação surpreendente entre os participantes, além do
fomento ao compartilhamento de um nível altíssimo de informações
e conteúdos que digam respeito a essas causas. A desconstrução de
estigmas relacionados a religiosidade, a estética e ao pertencimento
afro são notáveis, além da criação de vínculos de amizade e
colaboração. A Casa do Boneco agradece e convicta da continuidade
dessa parceria já espera as próximas ações.
Ojirê Odara!
Confira mais fotos:
20/01/2016
Formação em Turismo Étinico de Base Comunitária
Acontecerá com duas turmas nas datas de 21 à 24 e de 28 à 30 de janeiro. A formação inclui tanto uma explanação técnica e conceitual sobre TEBC quanto a vivência dessa prática como um modo de vida, através da experiência de receptivo na Fazenda Modelo Quilombo D'Oiti. para cada turma serão disponibilizadas 25 vagas.
Informações:
casadobonecodeitacre@gmail.com ou Zap (73)9 9199-6986
Informações:
casadobonecodeitacre@gmail.com ou Zap (73)9 9199-6986
Quinta
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Sexta
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Sábado
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Domingo
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Manhã:
receptivo, credenciamento, instalação.
Almoço:
12:30h
16:00h
às 19:30h - Mesa: ‘‘TEBC: histórico, conceitos e prática’’
Janta:
19:00h
19:40h:
Atividades práticas- pré produção para a vivência
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Café
da manhã: 06:30h
07:30h:
atividades práticas
Almoço:
12:30h
13h
até 17:40h Receptivo da turma do IF- Itapetinga: roda de conversa
de apresentação e oficinas.
Janta:
19:00h
19:40h:
Atividades
práticas- pré produção para a vivência
|
Café
da manhã: 06:00h
07:00h:
Saída para a vivência: Fazenda Modelo Quilombo D’Oiti
-Receptivo
da turma do IF Itapetinga
-Roda
de conversa
-
Trilha
-
Almoço
-
Momento Cultural
-
Roda de avaliação
17:30h
Encerramento
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Café
da manhã: 06:30h
07:30h
Manhã:
‘‘Roda de conversa: socialização das experiências’’.
Entrega
dos certificados.
Finalização
da formação
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Formas de Pagamento e participação por pessoa:
Formação:
A vista R$200,00
Débito R$250,00
Crédito podendo parcelar até 2x R$300,00
Apenas Receptivo:
R$250,00 ( em dinheiro ou no cartão )
10/12/2015
Você conhece o Jornal ORÍ?
O termo que significa ''cabeça''
em Iorubá e converge com a sigla Oficina de Reportagem de Itacaré, ORÍ é um
Jornal Comunitário desenvolvido à partir das práticas e formações do programa
de comunicação comunitária e apropriação tecnológica da Casa do Boneco.
Desde
2011 circula impresso e em meio virtual, trazendo em seu conteúdo abordagens de
direitos humanos, cidadania, cultura afro-indígena, saúde, etc. com reportagens
que trazem a visão do povo negro e indígena acerca da sociedade injusta e
desigual em que vivemos.
A ideia é que esse conteúdos
sirvam como subsídio para a luta do nosso povo, pela liberdade, garantia de
direitos e autodefesa, por uma comunicação que seja livre e que nos represente
dignamente. No blog https://jornalori.wordpress.com está disponível a versão
digitalizadas das edições publicadas.
Hoje, em especial,
divulgamos a última edição que fala sobre educação antirracista, a tradição do
caruru de Ibeji, tambor e ancestralidade. Acesse o blog e confira: https://jornalori.wordpress.com/2015/12/03/edicao-6/
CAMPEONATO ITACAREENSE DE XADREZ
Nesse final de semana (12 e
13/12) vai rolar o Campeonato Itacareense de Xadrez, torneio valendo ranking
pela federação baiana. A competição será jogada em sistema Suíço com 6 rodadas
e tempo de reflexão de 21 minutos k.o.
Combinando a arte do xadrez
com a natureza exuberante do local, o evento visa atrair aficionados de todas
as regiões do estado proporcionando o intercâmbio e a confraternização de
enxadristas e estudantes, incentivando a prática desse jogo tão estimulante
para crianças e jovens.
EDITORIAL ''A coroa que carrego..'' divulga linha de vestuário do Bazar Afro Brasil
“A coroa que carrego...’’, editorial da linha de produtos da griff Quilombo D’Oiti
traz o vestuário afro-brasileiro, em especial o turbante, como elementos de
afirmação da identidade negra.
Atualmente muito tem se
falado de empoderamento do povo negro, e muito dessa discussão tem se utilizado
da estética como abordagem, mas, infelizmente o que tem se percebido é um
esvaziamento político desses discursos que por muitas vezes se contentam em ser
‘‘trocadores de receitas de cachos perfeitos’’ e não atores políticos que
utilizam também da estética como afirmação e valorização da história e cultura
afro.
As fotografias ilustram as
simbologias do uso do turbante à partir da frase ‘‘A coroa que carrego...’’. A
frase ganha diferentes textos que a complementa, numa perspectiva de abordar o
turbante contextualizando sua concepção histórica e política, sendo um ato de
afirmação decorrente de uma consciência e não de um modismo passageiro, embora
a apropriação cultural tente deturpar o seu sentido.
Falando em empoderamento, é
importante ressaltar que a autonomia e autogestão financeira dos jovens negros
é também uma arma na luta pela soberania de nosso povo, de forma que nossas
produções e práticas de consumo garantam sustentabilidade através do afro-empreendedorismo
juvenil. Nesse sentido, roupas, turbantes e acessórios estão disponíveis para
comercialização em nossa loja, o Bazar Afro Brasil e também pela internet,
através de contato inbox na nossa página no facebook.
As peças incluem tanto confecções próprias quanto
vestuário trazido da Guiné Bissau. Tecidos, turbantes, roupas masculinas e
femininas, acessórios, artesanatos, instrumentos percussivos e muito mais.
O Bazar Afro Brasil está
localizado na rua Praia da Concha, nº 41, em Itacaré Bahia.
Existindo e Resistindo!
CONFIRA O ENSAIO COMPLETO AQUI
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