31/05/2012
Audiência Porto Sul em Itacaré: "Governo BA-MIN" subestima a inteligencia e lucidez das pessoas...
Imagens que machucam: ajudem a divulgar!
Mobilização Nacional pela Promoção dos direitos das mulheres e redução da morte materna
Projeto O Direito é Humano Promove debate sobre o Direito de Nascer Bem
Depoimento que emociona
"Tem lugares que me lembram
Minha vida, por onde andei
As histórias, os caminhos
O destino que eu mudei...
Cenas do meu filme
Em branco e preto
Que o vento levou
E o tempo traz
Entre todos os amores
E amigos
De vocês me lembro mais..."
Pense numa pessoa que está morrendo de saudade de vocês... Foram momentos maravilhosos, uma experiência ímpar que irei levar para o resto da minha vida. Um conhecimento que com certeza passarei para os meus filhos e netos. Agradeço a cada um de vocês por tudo
Programa de Educação Anti Racista retoma agenda com o IF de Itapetinga
09/03/2012
Marinha do Brasil viola todos os direitos humanos do Quilombo Rio dos Macacos-BA. A situação é gravíssima e o governo é omisso!


A Mobilização Somos Todos Quilombo Rio dos Macacos, esteve organizada e atuante em mais um conjunto de ações nesse final de semana em Salvador e Simões Filho. A pauta era a mesma: a gravíssima situação de uma estúpida violência que o estado brasileiro através da Marinha do Brasil tem submetido o Quilombo de Rio dos Macacos, no município de Simões Filho BA. O motivo: A Marinha alega o direito de toda a área.
insegurança alimentar – principalmente por serem impedidos de pescar e de cultivar em grande parte do território /ir e vir – a comunidade não tem livre acesso, todas as entradas e saídas são limitadas, passando por revistas cotidianas. Por conta disso a maioria das famílias, inclusive as crianças são analfabetas / Não tem acesso à energia elétrica / Não tem acesso à educação / Não tem acesso à saneamento básico
No último dia 27 de fevereiro, em reunião realizada na comunidade com a Secretaria Geral da Presidência da República, apesar da afirmação que o Quilombo não seria expulso de seu território, a nota que a União Federal divulgou dia 01 de março apenas adiou uma suposta expulsão pacífica por mais 5 meses. A nota tinha como título “ Governo assegura direitos do quilombo Rio dos Macacos”. Quais direitos o Governo, seus ministérios e a presidenta estão assegurando? Não é possível responder por que eles não existem. Não existe nem sequer um apoio mínimo, e afinal de contas, entendendo que a Marinha é representação do Estado Brasileiro, pode-se interpretar que a comunidade sofre um crime de Estado, um crime que acontece também sob vergonhosa inoperância das secretarias estaduais e ministérios que deveriam responder pela reparação da população negra.
Por um outro lado, a Bahia, por não ter governabilidade de um assunto de competencia da União, limita-se a sinalizar um conjunto de medidas para acesso dessa comunidade como alimento e água por exemplo. Porém essas garantias para quilombos sempre sofrem profundas e ridículas dificuldades burocráticas e de racismo institucional, o que gera poucas esperanças de uma ação a curto prazo. Para Elias Sampaio da Sepromi, Almiro Sena da Secretaria de Justiça, governador Jacques Wagner e Ministério Público Estadual fica reservado um vergohoso silencio.
A reintegração parou nesse domingo por ordem do Ministro Celso Amorim , após uma série de acionamentos do movimento, sobretudo em Brasília. O Movimento Somos Todos Quilombo Rio dos Macacos, presente e vigilante, foi determinante para uma barbárie não estar estampada nos noticiários dessa semana. Porém as represálias da Marinha à comunidade é dado objetivo e continua precisando de vigilância, denúncia e maior apoio.
No contraste, a vila militar que invadiu o território quilombola, tem todas, absolutamente todas as condições estruturais que são negadas à comunidade, num contraste vexatório. E apesar da Marinha do Brasil ter todas as condições de garantir um clima de segurança pelo menos no entorno de sua base naval, acreditem: é ela quem aterroriza a vida dos moradores há anos. Nesse último sábado, um idoso de 60 anos, voltando pra casa à noite, foi jogado ao chão e ameaçado de morte com uma arma na cabeça, tiros foram disparados aleatoriamente, este senhor, que prefere não ser identificado conta: “Me jogaram no chão e chegou um fuzileiro de moto e disse 'mata ele', me chamaram de vagabundo e chamaram minha cunhada de puta”. Durante o relato, outro morador complementa: “Eles derrubaram a casa de meu filho em 2007 e deram ordens que ninguém podia entrar na comunidade, nem repórter e nem advogado... Quando chegou a certidão da Fundação Palmares foi uma bomba, mas eles não querem dar o braço a torcer (…) A gente não quer a casa deles não, o invasor aqui não somos nós, pra você ter uma idéia eles chegam em quintais aqui e enchem seus carros de coco e vão embora, isso pra mim é roubo, eles dizem que a terra é da União, mas pra mim isso é roubo... ninguém aqui age assim, só eles...”
No domingo 04 de março, a Mobilização Somos todos Quilombo Rio dos Macacos, que agrega diversos movimentos negros e estudantis, além dos quilombolas de Rio dos Macacos, reuniu cerca de 300 pessoas que em caravanas seguiram para a comunidade num ato de solidariedade pacífico de doação de alimentos. Para espanto imediato, na manhã desse domingo na Base Naval, todo o cenário de desocupação estava montado: duas viaturas de policiais militares, 1 trator, e um reforço de 03 caminhões de fuzileiros dentro da comunidade, cercando toda a área. O clima era de guerra e continua sendo. Moradores também contaram que um policial havia dito que a desocupação aconteceria entre domingo e segunda.

O Tenente da Marinha que recebeu o movimento, se recusou em ser identificado pelo nome, afirmou que não seria possível a entrada daquela quantidade de pessoas sob os seguintes argumentos: “ por que viraria manifestação”/ “por que tinha ordens do capitão pra não deixar entrar ninguém e ele poderia deixar entrar apenas 5” /“por ser uma área militar tem restrição” / “ as famílias da vila estavam assustadas com nossa presença”. Ao fim da negociação, entrou uma combi com 8 pessoas, entre elas 3 advogados para a entrega de alimentos, o outro contingente de pessoas tomaram um caminho alternativo para ter acesso à uma área mais periférica da comunidade onde puderam dialogar com parte da comunidade.
A semana se inicia com uma tensão para todo o movimento e a comunidade: quais os próximos ataques? A desocupação vai acontecer por uma vergonhosa e lamentável truculência da Marinha?
A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA ESTÁ PARA COMETER O SEU MAIS VERGONHOSO CRIME, MAS NÃO NOS CALAREMOS! NÃO PASSARÃO! A Mobilização Somos Todos Quilombo Rio dos Macacos conclama a sociedade civil, o direito internacional, todas as agencias de proteção aos direitos humanos, artistas, ativistas a serem mobilizadores dessa causa.
Contatos: AATR: 55-71-33297393 e-mail: aatrba@terra.com.br
28/01/2012
Encontro de Experiencias IF Baiano Campus Itapetinga , Casa do Boneco e Quilombo D'Oiti
19/01/2012
Projeto O Direito é Humano!

Rota de Escambo Baobá
A rota de escambo baobá pretende-se enquanto uma articulação de conhecimento,consumo, produção colaborativa, coletiva auto-gestionada e solidária da Rede Mocambos articulando afro empreendimentos solidários em diferentes lugares do país.
Foram mobilizados os núcleos de formação continuada da rede mocambos dos estados Bahia, Sao Paulo, Pernambuco, Pará, Rio Grande do Sul, Maranhão e Piauí.Foram executadas ações práticas apenas na articulação e colaboração com diferentes coletivos da Rede Mocambos, projetando para o próximo semestre as ações de comercialização e práticas colaborativas de produção, escambo e venda em rede.Também está sendo construído um amplo diálogo com coletivos ligados a Federação Nacional de Economia Solidária, a Colivre, o Iteia, o TEIA e o Noosfero, existindo assim uma construção de convergência de inciativas premiadas pelo economia Viva e /ou que estão construindo e se dedicando à mesma pauta da economia da cultura colaborativa, para construção de uma ferramenta comum que sirvam ás plataformas de comercialização
Nesse sentido, a articulação maior envolve a Rede Mocambos e Federação Nacional de Economia Solidária, a Colivre, o Iteia, o TEIA e o Noosfero, em 2012, as ações entre redes estarão centradas na experimentação da convergência de ações a partir da tentativa de um sistema federativo entre as redes que permitirá que as pessoas com suas iniciativas produtivas e de serviços interajam, colaborem e troquem entre si
Confira o vídeo do GT Rota de Escambo em Itacaré: http://www.youtube.com/watch?










